É curioso quão misturados somos e como somos a parte! Do nascer ao morrer, neste intervalo, brotamos. Histórica’mente coletivada n'o tempo. Irrompe n’o infinito de possibilidades, este real vivido a vida que ganha, novas realidades: simbólicas imaginárias, no real que passa junto e sendo ele.
Ser tecido de memória feitaação de sentir, agir e falar vamos, com a grandeza que somos em corpo e palavra!